2023
O Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, do Ministério da Educação, foi o escolhido.
2021
A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia foi a escolhida por ter garantido aos autores liberdade de publicar biografias não autorizadas.
2019
A Suzano foi escolhida para essa homenagem por ter um relevante trabalho social em prol de bibliotecas públicas, além de grande interface com as editoras.
2017
Itaú-Unibanco – Representada por Eduardo Saron, a instituição foi homenageada por seu expressivo investimento na leitura no país, através de ações como a campanha “Leia para uma criança” e do patrocínio a eventos como a Festa Literária Internacional de Paraty.
2015
Mauricio de Sousa – o quadrinista, que completou 80 anos naquele ano, recebeu o prêmio acompanhado de seus mais famosos personagens, Mônica e Cebolinha.
2013
Saraiva S/A Livreiros Editores – o grupo, que no ano seguinte completou 100 anos, foi representado pelo seu diretor-presidente, Jorge Saraiva Neto.
2011
Biblioteca Parque de Manguinhos – tendo sido o prêmio entregue ao Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral – por inaugurar um novo conceito de biblioteca.
2009
Organizações Globo – representada pelo jornalista e empresário José Roberto Marinho, presidente da Fundação Roberto Marinho e vice-presidente das Organizações Globo – pelas inúmeras iniciativas para divulgação do livro e da leitura.
2007
Academia Brasileira de Letras, por conta da celebração dos seus 110 anos, à época, presidida pelo imortal Marcos Vinicius Vilaça.
2005
Presidente da República José Sarney, autor da Lei do Livro.
2003
Agente literária Karin Schindler.