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O futuro da Lei Cortez e do preço do livro no Brasil

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O futuro da Lei Cortez e do preço do livro no Brasil

  • Podcast do PublishNews fala das expectativas sobre a Lei Cortez e sobre como fazer a luta política necessária para que ela seja aprovada

A Flip 2022 terminou no último domingo (27) como a festa literária da retomada – e que também viu o sucesso da programação da Casa PublishNews. Foram 26 eventos entre debates, lançamentos, apresentações artísticas e painéis falando sobre os assuntos mais relevantes do mercado editorial: e alguns deles você vai conferir no nosso Podcast.
O primeiro debate escolhido foi um de grande importância para a indústria do livro. O futuro da Lei Cortez e do preço do livro no Brasil. Debaterem conosco:

Roberta Machado (diretora de comunicações do SNEL, Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Vice-presidente do Grupo Editorial Record)
Alexandre Martins Fontes (diretor-executivo da WMF, dono da livraria Martins Fontes Paulista e vice-presidente financeiro da ANL, Associação Nacional de Livrarias)
Rosely Boschini (CEO da Editora Gente e ex-presidente da CBL, Câmara Brasileira do Livro)
Eles falam sobre como o projeto de lei prevê que todo livro sob edição nacional receba uma precificação única em até um ano do lançamento. Os três se mostraram otimistas com a possibilidade de que a Lei seja aprovada em breve. Desde julho de 2022, a Lei se encontra pronta para a pauta na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal.

“Para o grande público, a primeira reação ao saber da Lei é a de que seria um controle de preços pelo Estado”, disse Martins Fontes, diretor-executivo da WMF, dono da livraria Martins Fontes Paulista e vice-presidente financeiro da Associação Nacional de Livrarias (ANL). “E aí é um ‘tô fora’. Mas o buraco é muito mais embaixo, a discussão é muito mais profunda. A pergunta de verdade é: queremos mais ou menos livrarias nas cidades?” Para ele, é mais importante realizar uma comunicação com os parlamentares envolvidos no trâmite da Lei do que um convencimento do público geral.

“É necessário preservar a bibliodiversidade”, afirmou Roberta Machado, diretora de comunicações do SNEL e vice-presidente do Grupo Editorial Record. “Não estamos inventando nada, vários outros países adotaram leis como esta, não fere a livre concorrência. Às vezes a conversa de intervenção estatal gera ruído, mas é só uma pequena parcela do mercado”. O PublishNews também preparou uma matéria sobre a Lei Cortez, que você pode conferir clicando aqui.

Confira o Podcast do PublishNews https://www.publishnews.com.br/materias/2022/11/30/o-futuro-da-lei-cortez-e-do-preco-do-livro-no-brasil

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