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SNEL discute Lei Cortez e PNLD

Da esq. para dir.: Talita Facchini, Dante Cid, Sevani Matos e Ângelo Xavier

O SNEL esteve presente no primeiro dia do 3º Encontro de Editores, Livreiros, Distribuidores e Gráficos, realizado pela Câmara Brasileira do Livro, em Atibaia, no sudeste paulista. O encontro, que começou no dia 6 de junho, reúne diversos personagens da cadeia do livro para debater boas práticas do mercado.

A última mesa do primeiro dia do evento reuniu, como já é tradição, as três principais entidades do mercado, com a participação dos presidentes Dante Cid (SNEL), Sevani Matos (CBL) e Ângelo Xavier (Abrelivros). Com mediação de Talita Facchini, os presidentes discorreram sobre temas como a Lei Cortez e o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD).

Dante Cid, presidente do SNEL, reafirmou que o SNEL apoia o Projeto de Lei que busca estabelecer um preço mínimo para lançamentos, no primeiro ano do livro, que ficou apelidada de Lei Cortez.

“A realidade é que hoje existe uma disparidade muito grande de condições comerciais de pequenos e grandes players, o que acaba sufocando as livrarias. O espírito da Lei é permitir a sobrevivência das pequenas livrarias com o desconto previsto nos 12 meses de lançamento do livro, considerando que todos os players do mercado vão seguir essa prática”, afirma Dante, que reconhece a importância do texto atual para um ecossistema mais saudável e sobrevivência das pequenas livrarias.

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