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Rio Capital Mundial do Livro encerra suas atividades e passa bastão para Marrocos

No encerramento das atividades do Rio Capital Mundial do Livro, realizado no dia 14 de abril no Museu do Amanhã, foi entregue pelo prefeito do Rio Eduardo Cavalieri e pelo Secretário de Cultura do Rio Lucas Padilha à UNESCO, representada pela Coordenadora de Cultura Isabel de Paula, e à presidente da Cidade das Artes Maria Isabel Werneck o relatório consolidado das ações desenvolvidas ao longo do período.

“A gente encerra o Rio Capital Mundial do Livro carregando um legado e olhando para o futuro.”

Eduardo Cavalieri, prefeito do Rio de Janeiro.

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) esteve presente, representado pelo presidente Dante Cid, a gerente executiva Lis Castelliano Nakashima, e Raiane Marques e Camila Del Nero da equipe de comunicação, com iniciativas inscritas no edital da capitalidade, com destaque para a Bienal do Livro Rio, que foi um grande sucesso de público, e para a Academia Editorial Jr., projeto voltado à formação de jovens para atuação no mercado editorial.

A Biblioteca dos Saberes, principal legado do Rio Capital Mundial do Livro, teve novos detalhes que foram revelados no encerramento. Projetada pelo arquiteto francês, Francis Kéré, o espaço ocupará mais de 40 mil metros quadrados e se tornará uma das principais referências culturais da cidade nas próximas décadas.

“A Biblioteca dos Saberes não será apenas mais um equipamento cultural. Não será apenas uma biblioteca no sentido convencional. Ela nasce com uma ambição maior.”

Eduardo Cavalieri, prefeito do Rio de Janeiro.

O evento reuniu profissionais do setor, agentes da cadeia do livro e leitura, em um momento de celebração e balanço das ações realizadas. A programação também contou com homenagens a importantes nomes da literatura brasileira, como as escritoras Conceição Evaristo e Ana Maria Gonçalves, reconhecidas por suas contribuições à cultura e à literatura do país. O cronograma contou com a apresentação de cinco escritores formados pelo programa Rio de Escritores, que representavam os 70 autores reconhecidos pela ação de fomento e cada zona do Rio de Janeiro, e também foi realizada a apresentação apresentação dos vencedores do Slam do Estudante RJ, finalizando com uma fala repleta de reflexões sobre narrativas sobre escrita como resistência, resgate de memórias por meio da fabulação crítica e escrita dos silenciamentos da escritora e imortal Ana Maria Gonçalves.

A participação do SNEL reforça o compromisso da entidade com o fortalecimento do livro, da leitura e da formação de novos profissionais para o setor editorial brasileiro.

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