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Há mais de vinte anos, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros promove duas premiações com o intuito de reconhecer e valorizar iniciativas, profissionais e editoras que mais tiveram destaque no setor do livro e da leitura do Brasil e na Bienal do Livro Rio. Saiba mais sobre os prêmios.

Prêmio José Olympio

O Prêmio José Olympio de apoio ao livro foi instituído pelo SNEL em 1983, durante a gestão da presidente Regina Bilac Pinto. Recebeu o nome de José Olympio Pereira Filho em homenagem ao editor que marcou época, um dos primeiros a prestigiar os autores nacionais.

Ele mesmo abriu a série de premiações, ao receber o troféu – uma escultura em bronze com a figura de Dom Quixote, criada pelo escultor Mario Agostinelli –  no dia do seu aniversário, 10 de dezembro.

Em 1984, o agraciado foi Pedro Nava, autor de “Baú de Ossos” e “O Lírio Perfeito”, entre outras obras. Sua viúva, Dona Antonieta, recebeu a homenagem. A entrega do prêmio passou por um hiato de dez anos, tendo sido restabelecida na presidência do editor Sérgio Machado.

O enfoque da premiação passou a ser o reconhecimento a personalidades ou instituições que se destaquem por ações de apoio ao livro e à leitura no país. Nascia, assim, a Personalidade Editorial do Ano.

Em 1993, a diretoria do Sindicato Nacional dos Editores de Livros escolheu como vencedor o jornalista Roberto Marinho.

Alguns premiados nos anos seguintes foram o Presidente da República Fernando Henrique Cardoso e o Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, Luis Paulo Conde. Em 2001, foi a vez de o escritor e dramaturgo Manoel Carlos receber o prêmio, pelo incentivo ao hábito da leitura, através da trama de sua novela “Laços de Família”.

Estatueta José Olympio

A partir de 2013, o troféu passou a ter a assinatura
da artista plástica Marli Mazeredo.

2003

Agente literária Karin Schindler.

2005

Presidente da República José Sarney, autor da Lei do Livro.

2007

Academia Brasileira de Letras, por conta da celebração dos seus 110 anos, à época, presidida pelo imortal Marcos Vinicius Vilaça.

2009

Organizações Globo – representada pelo jornalista e empresário José Roberto Marinho, presidente da Fundação Roberto Marinho e vice-presidente das Organizações Globo – pelas inúmeras iniciativas para divulgação do livro e da leitura.

2011

Biblioteca Parque de Manguinhos – tendo sido o prêmio entregue ao Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral – por inaugurar um novo conceito de biblioteca.

2013

Saraiva S/A Livreiros Editores – o grupo, que no ano seguinte completou 100 anos, foi representado pelo seu diretor-presidente, Jorge Saraiva Neto.

2015

Mauricio de Sousa – o quadrinista, que completou 80 anos naquele ano, recebeu o prêmio acompanhado de seus mais famosos personagens, Mônica e Cebolinha.

2017

Itaú-Unibanco – Representada por Eduardo Saron, a instituição foi homenageada por seu expressivo investimento na leitura no país, através de ações como a campanha “Leia para uma criança” e do patrocínio a eventos como a Festa Literária Internacional de Paraty.

Prêmio Alfredo Machado

Criado pelo SNEL em 1991, o Prêmio Alfredo Machado é entregue ao estande mais bonito da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. A iniciativa é uma homenagem a um dos mais importantes editores brasileiros, falecido em fevereiro daquele ano, ex-presidente do SNEL, e símbolo de liderança da classe editorial.

Todos os estandes participantes da Bienal concorrem automaticamente ao prêmio, entregue no último dia do evento. A escolha é feita a partir de pesquisa de opinião dos visitantes ou votação de um júri de arquitetos escolhidos para este fim.

O vencedor ganha o direito de escolher antecipadamente a localização de seu estande na próxima Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro.

Os últimos vencedores foram Saraiva (2009), Babel (2011), Novo Conceito (2013), Editora Zahar (2015) e Editora Rocco (2017).

Estatueta Alfredo Machado

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